* Principais cases
Virada omnichannel numa rede que não era digital
A pandemia fechou o trânsito para a loja de um dia para o outro. A Hortifruti Natural da Terra é a maior rede varejista de produtos frescos do país, com a operação toda pensada para o presencial. Foi preciso responder de imediato a distanciamento e higiene e, ao mesmo tempo, acelerar em semanas uma agenda digital de anos: canais de compra online e BOPIS.
O que fiz: respondi pelo plano estratégico e criativo de comunicação do omnichannel — não como campanha de lançamento, mas como sistema: personas, jornada de compra, funil e conteúdo, desdobrados em comunicação 360°, do digital ao ponto de venda.
Resultado: a rede passou a existir em canais onde antes não existia, com a mesma linguagem e o mesmo cuidado da loja física — explicando a jornada para uma base que nunca tinha comprado hortifruti pela internet.
Um negócio construído do zero
Com um desejo antigo de empreender, expertise e uma oportunidade de mercado latente, fundei a Paralaxe, um estúdio de marketing de influência.
O que fiz: construí negócio de ponta a ponta, oferecendo serviço para marcas (estratégia, curadoria, gestão de comunidade) e creators (comercial e consultoria). Na frente comercial, estruturei processos de prospecção, negociação e relacionamento. Implementei uma estratégia de CRM com jornada bem definida para conversar com clientes. Aprendi a negociar, validar oportunidades e desenvolver parcerias estratégicas.
Resultado: primeiro ano com espaço para remunerar time e ainda preservar mais de 30% de margem de lucro. Uma creator da carteira saiu de 10 mil para 100 mil seguidores em um ano, com mais de 10 contratos fechados. Passei a decidir olhando margem, prioridade e retorno.
Social selling como canal de receita
Quando fui convidada para estruturar a área de marketing, a marca tinha planos de crescimento rápido. Existia um público fiel — de clientes a creators, mas ninguém trabalhava essa comunidade com objetivo de transformar relação em receita.
O que fiz: desenhei a área em três pilares — comunicação, branding e social selling. Mergulhei fundo em marketing de influência: segmentei a base de creators por objetivo (marca vs. venda) e ampliei o uso muito além de conteúdo — rosto de campanha, canal de escuta sobre produto, afiliados, live shopping, mídia paga. Tudo com um time de três pessoas.
Resultado: a frente de social selling passou a responder por 26% da receita atribuída do e-commerce, contribuindo para a aquisição da empresa pela Nestlé Health Science. Foi essa imersão que, depois, virou meu próprio negócio.